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Em resumo: O Decreto-Lei n.º 201/2026, publicado a 8 de outubro, atribui um suplemento extraordinário único de 100, 150 ou 200 euros aos pensionistas cujas pensões somem até 1611,39 euros por mês. É pago automaticamente com a pensão de dezembro de 2026 e não está sujeito a retenção de IRS.

O que muda

O Decreto-Lei n.º 201/2026, publicado em Diário da República a 8 de outubro e já em vigor, cria um suplemento extraordinário de pensão, de concessão única. O valor depende do montante mensal global das pensões que a pessoa recebe:

Pensões mensais (total) Suplemento
Até 537,13 € 200 €
De 537,14 € a 1074,26 € 150 €
De 1074,27 € a 1611,39 € 100 €

O limite de 1611,39 € corresponde a três vezes o Indexante dos Apoios Sociais (IAS) de 2026.

A quem se aplica

É preciso ter pensões devidas até 30 de novembro de 2026. Ficam de fora as pensões por doença profissional e outras de natureza indemnizatória, as pensões não contributivas da CGA e os complementos por dependência, por cônjuge a cargo e o complemento solidário para idosos (que não contam para o cálculo).

Quando e como é pago

O suplemento é pago juntamente com a pensão de dezembro de 2026, sem necessidade de pedido. Não tem retenção na fonte de IRS, é impenhorável e não conta para calcular o complemento solidário para idosos.

O que pode fazer

O que fazer agora

Fontes oficiais

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